terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Nota de esclarecimento

Ele não foi embora de vez. Ele apenas foi viajar. Ou seja: com certeza ele volta pra mim =D

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

I just...

Love...
I'm gonna miss you...
Sorry about last night.
When I think about
the missing pieces inside you,
I just know that your heart
can't miss anybody else.
I just know that you won't miss me.
That doesn't mean
that you don't love me.
I know you do.
I just want you to understand
how I feel when you're away.
Anyway, I love you.
And just want you to be happy.
Just promise me
you'll come back soon.
I just can't wait for the moment
that I'll see your smile again.
Please, just promise me
you'll come back to me.

[Provavelmente mil erros de inglês. Podem me corrigir[bb] à vontade. Eu aceito]

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Uma garota e um garoto

Eles se encontram e se abraçam. Sorrisos abertos, nos rostos, indicam o quanto é bom matar a saudade - e eles só não se vêem há dois dias. Confidências, zoações, risadas... Tudo se encaixa perfeitamente. Ela é a única que o entende - e ele é o único que a entende. Juntos nos bons ou maus momentos. Quando surge outra garota na vida dele, ela tem ciúmes. Quando ela mostra que entende mais de futebol que ele, ele fica irritado. A relação perfeita - mas sem beijos. Não são namorados porque são mais que isso: são irmãos de almas.
Acredito que a amizade entre homem e mulher, a real amizade[bb], supera a parte terrena. Quando ela é sincera, supera o físico - e a amizade é o que mais importa.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

De BV a ex BV

Eu tinha 14 anos e era BV. Bêêê-vêêê. Parecia que aquelas duas letrinhas estavam estampadas na minha testa. Meu consolo é que uma amiga minha também era. Eu havia jurado que se não beijasse naquele dia, eu viraria freira. Mas enfim, lá estava eu, em uma baladinha, com 14 anos. De repente, minha amiga some. Procuro a menina como uma doida até que ela aparece esfuziante para mim "Não sou mais BV!!". Caramba. Bom para ela, mas o chão pareceu se abrir sob meus pés. Eu era uma das últimas BVs da minha classe. Quando eu já estava me conformando em usar o hábito de freira, surge ele. Um cara simpático, sorridente, em minha direção. Parei onde estava. Depois de meia duzia de palavras trocadas, nos beijamos. Que nojo![bb] Minha vontade foi de sair correndo. Segurei as pontas por um tempo até que consegui fugir. Nunca mais soube do cara porque, com o nervosismo, passei o número do ICQ errado. Percebi, quase 1 ano depois, o quanto minha neura de deixar de ser BV era ridícula. Se eu houvesse esperado, meu primeiro beijo seria o último da sala a acontecer. Mas com um cara legal, que eu conhecia - e gostava!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Vermelho, rosa, azul, preto...

Achei engraçado aquele estudo que disse que homens ficam mais atenciosos (ou seja, bobos) quando a mulher está usando vermelho. Sempre que uso alguma blusa vermelha[bb], meu namorado de fato diz, todo feliz, "Ah, você está de vermelho...". Seguido a isso, vem um puxão para mais perto dele e um beijo. Santa blusa vermelha! Mas então comecei a reparar em outra coisa... O mesmo acontece quando uso uma blusa rosa, uma blusa azul, uma blusa preta... Sei que as cores têm seus poderes, mas parece que em alguns casos elas se unem e exercem a mesma influência sobre as pessoas (no caso, meu namorado). Será que é isso mesmo ou será que o que importa não é a roupa em si, e sim que está dentro dela (sem piadinhas do tipo "O cara tem interesse no contepudo da roupa porque logo ele quer tirá-la para ver o que tem dentro". Estou falando de homens fofos!)? Na hora da sedução, é claro que escolhemos da melhor forma possível o que vestir (quando conheci meu namorado, estava de vermelho, mas foi uma decisão impensada, juro!). Mas acho que de nada adianta aqueeeela mega-produção se não sorrirmos bastante, se não olharmos nos olhos... Com uma garota legal e carinhosa, é difícil o cara sequer prestar atenção na roupa que ela está usando.

O ano está acabando, mas ainda dá tempo para...

... ler um livro que te emocione e possilvelmente mude sua vida; tomar um sol (com filtro solar!) para jogar fora a branquelice; beber uma bela água de coco num dia quente; dar uma colherada gigante dentro de um pote de Nutella; ver aquela amiga que não aparecia há mais de um ano; dar um abraço apertado (ou mil) na mãe e na irmã; um beijão (ou mil) no namorado (para as solteiras, começar um novo namoro, rolo, ou beijar muuuitos meninos lindos); rir até a barriga doer por causa de alguma besteira que a amiga disse; mergulhar na piscina; furar uma onde gigante; engasgar até ficar vermelha e alguém dizer "Calma" (e então você ficar vermelha de raiva, pois não há nada mais irritante do que falarem "Calma" quando você engasga. To engasgada, pô, e não nervosa!); assistir um filme de terror que te faça gritar na orelha de alguém; ficar em baixo do cobertor na noite geladinha, curtindo um momento só seu... Enfim, ainda dá tempo de valorizar o que normalmente é desvalorizado.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Minha mãe faz isso direto...

video

Huahauhauhuha vídeo de Os Barbixas - em São Paulo até 29/11 no Teatro Jaraguá


(quem postar um vídeo da playlist deles, divulgando essa promoção e mandar um e-mail* pra eles avisando do post, ganha 2 ingressos para o espetáculo deles ^^)



*contato@barbixas.com.br

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Brincando de ser adulto

Quando eu tinha 12 anos, brincava de Barbie. Ia nas festinhas das amigas, mas ficava jogando pebolim. Me apaixonava, sim, mas se o garoto se aproximasse, eu saía correndo. Muitas meninas de minha idade, na época, já pensavam em ficar, ficavam correndo atrás dos garotos. Eu tinha uma certa invejinha delas, já que elas já sabiam se comportar de maneira tão... adulta. Hoje, não tenho inveja, tenho pena. Encurtaram sua infância. Hoje tenho 20 anos e na minha época, quem tinha 12, 13 anos era considerado pré-adolescente. Fico chocada de ver que hoje pessoas de 12 anos já são consideradas adolescentes - e os pré-adolescentes mal completaram 10 anos de vida! Já vi gerotinhas de oito anos dizendo que beijaram Fulano, Betinho e Siclano.
Não acho que o amor tenha idade para acontecer - tem gente que se conheceu aos cinco anos de idade, começaram a namorar depois de muitos anos e hoje estão casados... Sempre se amaram! Mas não acredito que quem tem 12 anos realmente tenha idéia do que o verdadeiro amor representa - confundem muito amor com paixão. Podem ver: basta uma garotinha sentir o coração acelerado que diz "Eu amo ele!". Para mim, crianças e pré-adolescentes (e pessoas de 12 anos para mim estão inclusas nesse grupo) deveriam aproveitar o que restou de infância em suas vidas. Para que a pressa? Temos a vida inteira para sermos adultos.

domingo, 21 de setembro de 2008

Cabeça de adulto, coração de criança

Gostaria que as pessoas pudessem cair de bunda no chão e rir de si mesmas. Gostaria que as pessoas pudessem se empolgar por um algodão-doce e comprá-lo, todo contente. Gostaria que as pessoas pudessem, aos 30 anos, brincar de "adoleta" nas horas vagas. Que elas pudessem andar pelos lugares cantando. Que quando desse vontade de sair girando com os braços abertos, elas saíssem. Que quando chovesse, ao invés de sairem correndo, elas começassem a brincar com as poças.
Não quero um mundo irresponsável, quero um mundo responsável mas repleto de adultos que não perdem o brilho de uma criança. Hoje em dia, nem criança é mais criança... As pessoas sabem que sou responsável, mas se espantam com minha animação para certas coisinhas pequenas. Elas me dizem "Você não teve infância" e eu respondo "Tive sim, eu só não saí completamente dela... "

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Pobre orkut...

Vem sendo injustiçado! Imaginem uma mulher contratar um detetive para seguir o marido, descobre-se que o canalha tem 5 amantes e a mulher fica enfurecida com... O detetive! Injustiça, né? O marido é que fez a canalhice, o detetive apenas foi uma ferramenta...
O mesmo ocorre com o orkut. Há a comunidade "Orkut só f*** namoro". Injustiça! Se o namorado é um galinha, não é por causa o orkut: o orkut apenas ajudou a mostrar isso. Se o namorado tem as "amiguinhas" atiradas, a culpa não é do orkut: a culpa é delas (por serem assim!) e do namorado (por dar a liberdade a elas). Tudo bem que "Quem procura, acha", e a base do relacionamento é a confiança. Mas às vezes descobrimos as coisas meio sem querer, e se não fosse o orkut, por quanto tempo mais seríamos enganadas?
Foi sem querer que descobri que meu ex tinha feito um perfil fake para fuçar o orkut das meninas da faculdade. Ele tocava um instrumento musical e eu fui procurar se havia outro usuário do orkut dele com o nome dele e que tocasse o mesmo intrumento. Procurei por "apelido do imbecil+intrumento" e encontrei o perfil. Lá, um monte de scraps de meninas falando "te conheço?" ou "por que você entra direto no meu perfil". O idiota, além de canalha, era burro, pois deixou visível seu e-mail, que era "nome.intrumento@blablabla". No fim ele admitiu para mim que fez o perfil (após mentir várias vezes dizendo que o perfil não era dele).
É difícil admitir que aquele cara, que você espalhava aos quatro ventos o quanto era perfeito, na verdade, não presta. Hoje é muito fácil justificar a galinhagem do namorado dizendo que a culpa é do orkut. Pobre orkut...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O que é um "fura-olho"?

A menina gosta do garoto, mas ele preferiu a amiga dela. Se ela não fizer nada, ótimo. Ficará vendo a amiga feliz com o cara pelo qual as duas estão apaixonadas. Um dia eles terminam. A amiga conta para a sofrida recém-separada que sempre gostou do ex dela. Ela é fura-olho?
Um outro rapaz termina com a namorada. Diz que não suporta nem olhar mais na cara dela. O amigo vai lá e conquista ela. O ex acha ruim. O amigo é fura-olho?
Em ambas situações, tudo depende do ponto de vista e do quanto os amigos conversaram. Uma boa coversa pode gerar surpresa/revolta, de início, mas não causará a sensação de soco na boca do estômago quando o novo casal for visto junto. Mesmo que não haja mais sentimento entre os dois ex, os dois amigos devem sempre conversar, ver o que cada um pensa da situação. Se para ambas as partes estiver tudo ok, qual o problema?
O importante é que o respeito nunca pode faltar. Agir pelas costas sem se imnportar sobre o que seu amigo pode pensar é falta de respeito. É sinal de falta de amizade. E se alguém que souber disso agir mesmo assim, já é um fura-olho. Mesmo sem ficar com ninguém que o amigo gosta ou um dia gostou.

Vende-se um rim

Pode parecer inocente e até prático: todo mundo baixa filmes, seriados e música pela internet. Claro, os DVDs, os boxes com as temporadas e os CDs mesmo estão os olhos da cara (e só Deus sabe o quanto custa um olho!). Se fossemos pagar pelo original de cada coisinha que quiséssemos assistir ou ouvir, precisaríamos vender também a perna, o braço, um rim... Mas e as pessoas que trabalharam tanto para a produção do nosso entretenimento, como ficam?
Muitas pessoas são envolvidas nessa produção. Desde o Hugh Laurie (House md) até o Seu Zé, faxineiro do estúdio. Com tantos adeptos da pirataria, eles recebem muito menos do que receberiam. Claro que eles não ficam no prejuízo, pois ainda existem pessoas que não se importam de vender rim para se divertir dentro da lei. Mas que é uma tremenda sacanagem, é!
A solução? Algo como um pacote que pagamos com uma certa regularidade (todo mês? a cada trimestre?) que nos dá o direito de baixar os filmes e músicas que quiséssemos! Seria mais justo.

(Sim, eu baixo músicas e peço ao meu cunhado que baixe filmes. Ainda tenho muito carinho pelo meu rim.)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Uma história (parte 7)

(um pouco do passado para poder explicar o presente)

Ela morava com a família. Ele, vindo de Niterói, morava sozinho em São Paulo.

O fato dele morar sozinho trazia certa privacidade ao casal. Ele buscava ela, saíam e depois iam para seu apartamento. Às vezes iam direto para lá, ver filme ou apenas ficar de bobeira. Podiam dormir a hora que quisessem, acordar quando bem entendessem sem serem acordados por vozes de outras pessoas, comiam quando bem entendiam e podiam conversar por horas sem serem interrompidos (exceto quando o telefone tocava). O fato dele morar sozinho só parecia trazer vantagem para eles como casal, mas havia um problema.
Parte da família dele estava no RJ, parte estava na Ásia. O problema é que a parte que morava na Ásia era justamente: pai, mãe e as duas irmãs. Motivo: o pai conseguiu um ótimo emprego lá. Moravam lá já desde antes o rapaz conhecer a garota. Logo que ela soube, teve medo de que um dia ele resolvesse sair do país. Morar fora... E ela, como ficaria?
Ela se lembrava que, quando começaram a namorar, ela perguntou:

- Você, depois de se formar, pretende voltar para Niterói?
- Não, - respondeu ele - minha vida é aqui.

Ela se agarrava a essa resposta: "Minha vida é aqui."
Mesmo assim, o medo persistia.

Um dia ela desabafou sobre seu medo com sua melhor amiga e ela disse:
-Imagine, ele te ama! Você acha mesmo que ele teria coragem de te deixar?

E ela estava certa. Ele não pensava em abandoná-la. Por isso que, pouco antes do Natal de 2007 ele contou a ela que pretendia morar na Europa depois que se formasse - e a convidou para morar com ele.

"Como assim ele pretende ir embora? Ele não tinha dito que a vida dele era aqui?", pensava ela.

O que ela percebeu, então, é que aquele dia ele havia respondido outra coisa. A vida dele não poderia mais ser em Niterói. Seria, no mínimo, aqui. Voltar para sua cidade natal seria "querer menos". E ele sempre foi de "querer mais".

Ela aceitaria? Poderia abandonar a família que precisava dela? Poderia arriscar sua vida profissional dessa maneira? Ela não sabia. Ele entendeu que ela precisava de um tempo para pensar.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Ser independente é...

Escolher um caminho no qual todos acham que não é o melhor para você - todos, exceto seu coração. Usar uma roupa que todos dizem não ser tão legal - mas que você ama. Pode ligar o som lá no alto sem ter alguém para reclamar - e você poder dançar loucamente pela casa, sem que ninguém ria de você.
Comer o que bem entender (sem descuidar da saúde) sem que alguém diga "come mais frango!" - afinal, nada mais chato do que ser obrigada a comer algo que não gosta.
Poder dizer "eu te amo" a quem quiser, quando quiser - sem se importar com os olhares espantados.
Poder fazer o que quiser - mesmo sabendo que você e mais ninguém é que vai arcar com as conseqüências.
Ser independente é mais do que ser responsável: é ser corajosa!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Uma luz no fim do túnel

Lembro bem do dia que minha amiga disse "Não seria melhor terminar? Sempre que falo com você, você está chorando por causa dele!". Bom, não que eu falasse com muita freqüência com minha amiga, mas era fato que que sofria muito quando meu ex não era ex. Até hoje, quando olho para trás não entendo o que me prendia a ele. Respondi à minha amiga que sim, era melhor terminar. O que fiz? Liguei para o fulano fazendo as pazes.
Vivi uma paixão obsessiva (nunca amei aquele ser!). Fiquei dois anos e meio com a peça e vou te dizer que foram os dois anos e meio mais mal gastos da minha vida, exceto pelo seguinte: aprendi muito de mim mesma. Aprendi que não se pode fazer outra pessoa gostar de você. Aprendi que por mais que o vigiemos, quando o cara quer, ele apronta. Aprendi que tudo acaba. Talvez, se não fosse pelo aprendizado que tive, meu atual namoro não daria certo. O amor verdadeiro é tão diferente! Talvez a paixão obsessiva seja um presente nosso para as pessoas que não merecem ser amadas por nós.
O que aconteceu no fim? Ele me pediu um "tempo" para "pensar". Essa foi a luz no fim do túnel. Mandei ele pastar. Estava, enfim, livre dessa obsessão. Aliviada.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O bolo

Eu e ela!!
Nunca vou me esquecer do aniversário mais engraçado ao lado dela. No meu aníver de 18 anos, eu não pretendia fazer festa. Apenas queria passar o dia ao lado dela! Teríamos aula de manhã e de tarde pegaríamos um ônibus para irmos até a minha casa, passar o dia.
Eis que surge ela, Thaynan, na minha sala com um bolo! Sim! Mas um bolo embrulhado ainda... Combinamos de abrí-lo na minha casa.
Coitado desse bolo... A SORTE dele é que ele estava embrulhado (muito bem embrulhado), porque além dele ter tomado chuva, um carro passou na avenida e jogou água em cima dele. E isso foi apenas no dia que ela comprou, porque o pior estava por vir...
Quando estávamos no ônibus, ela me deu para segurar o bolo e disse:

- Toma, segura o bolo... Confio mais em você para segurar ele...

Justamente quando ela falou isso, o ônibus deu uma brecada e o bolo quase caiu da minha mão e para segurá-lo eu segurei com tudo ele POR CIMA... E o bolo amassou. O resto do dia foi de crises de riso ao lembrarmos da cena... Com certeza, esse foi o melhor dia que já passei com essa irmã de coração.

[dia 20 de julho será o Dia do Amigo =D]

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Um absurdo de chiqueza novamente!!

Pessoas amadas!! A Talita do blog Menina dos óculos rosa me deu esse selinho LINDO:



Amei!!

Repasso para: Camila, do Lendo com Coca Cola e para a Viviane do Querido Diário Otário


Ah, atualizei minha lista do "Vale a pena ler de novo"... Confiram lá ;D

terça-feira, 15 de julho de 2008

Meme!!

1- Escolher banda/artista: Avril Lavigne
2- Responder somente com os títulos das canções:

1- descreva-se: I Don't Give A Damn
2- o que as pessoas acham de você: Complicated
3- descreva seu último relacionamento: He Wasn't
4- descreva a atual relação: I found true love
5- onde queria estar agora: Who Knows
6- o que você pensa sobre o amor: Destiny
7- como é sua vida: The Best Damn Thing
8- se tivesse direito a apenas um desejo: I Always Get What I Want
9- uma frase sábia: Keep Holding On
10- uma frase para os próximos...: I'll Always Be Right There


(queria responder com as músicas do meu amado Mika, mas com a Avril dava mais certo hehe)

Mas bom, não custa tentar...

1- Escolher banda/artista: Mika
2- Responder somente com os títulos das canções:

1- descreva-se: Emotional
2- o que as pessoas acham de você: Big Girl (You Are Beautiful) (ok, não sou big hauhauahua)
3- descreva seu último relacionamento: Intoxicated
4- descreva a atual relação: Love Today
5- onde queria estar agora: Any Other World
6- o que você pensa sobre o amor: Over My Shoulder
7- como é sua vida: Stuck In The Middle
8- se tivesse direito a apenas um desejo: Happy Ending
9- uma frase sábia: Relax, Take It Easy
10- uma frase para os próximos...: Can't Stand Losing You

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Outro surto de chiqueza para mim!!

Ganhei dois *babando* selos da Camila M. Schuch do blog Lendo com Coca Cola!
Muito obrigada!!!! Amei!!!!!!


Repasso para: Mel, do blog Loucas S/A, e para a Giuliana O. Santana, do blog Saumench Leden (mesmo que ela nunca me diga o que significa o nome do blog dela hauahuaha).



Repasso para: Letícia Perini, do blog Sonhos Possíveis, e para a Tássia Jaeger, "Crônicando" o dia-a-dia que vira história!.

Um tempo atrás recebi um selo e não repasse pra ninguém, então lá vai:


Repasso para: Limão com couve (não sei o nome da garota, só sei que ela assina como ;) hauhauahua) e Malu, do blog Pizza & Chocolate.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Responsabilidade para irresponsáveis?

Eu sempre tento acreditar na capacidade da maioria dos jovens. Tento também não generalizar suas atitudes, mas convenhamos: o jovem, quando quer "aparecer" diante de um grupo, é muito idiota. Na hora em que está cometendo a idiotice em si, nem percebe, mas se ve outro fazendo exatamente a mesma coisa, pensa "que idiota". Não todos. A maioria.
Imaginem se houvesse máquinas de camisinha nas escolas, o fuá que seria. Poucos alunos pegariam as camisinhas apenas para usá-las para sua real utilidade. Muito pegariam para zoar, bagunçar, inflar, estourar... Os poucos que pegariam apenas para, bem, utilizá-la responsavelmente, seriam alvo de chacota ("A-hááááá, você vai transar com quem?").
Não acho que essas máquinas serviriam para alguma coisa além de virar mais um briquedo e um alvo de depredação nas mãos dos estudantes. Mal serviriam para proteger: muitas pessoas, mesmo com a camisinha na carteira, não a usam.
Claro, não quero generalizar. Não é assim com todos... mas com a maioria sim.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Botando ordem na bagunça

As pessoas têm limitantes que fazem com que elas não mostrem sua totalidade para os outros. Tem gente que é tímida, mas ao beber fica extrovertida. Tem gente que se faz de modesta, mas ao beber fala todas as quatro línguas que aprendeu recentemente (e se duvidar, até inventa as que não aprendeu). Tem gente que é extrovertida, mas ao beber começa a chorar.
A bebida tira os fatores limitantes mas impõe limite em outro aspecto: o motor. Prova disso são os inúmeros acidentes de trânsito, que são responsáveis por danos entre leves e mortais. Não importa se a pessoa fica mais divertida, mais esperta, mais solta ou até mais contida: a falta de controle de seu corpo é comum para todos os beberrões.
Muitas pessoas estão reclamando da Lei Seca. Será que apenas por não poder mais ter sempre o simples prazer de beber? Não. As pessoas que forem dirigir não podem mais se esconder atrás das máscaras que a bebida os empresta. Em troca, ganham a certeza de que no dia seguinte, eles e outras pessoas, estarão vivos.
Lei muito rigorosa? Talvez, e com razão. No país do "jeitinho brasileiro" já foi visto que não dá para contar com o bom senso das pessoas. Às vezes, um pouco de força ditatorial dentro de uma democracia ridícula faz bem.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Encontro express!!

Juro que adooooro me cuidar. Adoooooro ficar com o cabelo bonito, unhas feitas, make up perfeita. Mas isso leva tempo. Muito tempo. Adoro me cuidar, mas ao mesmo tempo não tenho paciência! E quando te chamam para sair de última hora? Ah, que bom seria se inventassem o Encontro Express!!
Imaginem uma máquina que tivesse dois boxes, tipo de chuveiro mesmo. Um seria chamado de box-super-empiriquitator, no qual pudéssemos entrar descabeladas e de pijamas e sairmos prontas para uma capa de revista. Banhadas, maquiadas e vestidas!
Mas claro, depois de uma mega produção dessas, ninguém merece quando o namorado atrasa e você fica lá, linda e loira esperando o dito cujo. Por isso, nada melhor do que o box ao lado do box-super-empiriquitator chamado de box-ultra-viageitor!! Não precisa o bonitinho te pegar em casa. Você entra no box-super-viageitor e já sai no local combinado!!
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Vacina contra cafa!!

Às vezes não adianta sabe o que se quer. Sempre aparece aquele tipo na nossa vida, irresistível. Aquele cara que não presta, que é justamente aquilo que nenhuma mulher quer para casar/namorar, mas que todas gostam. Normalmente ele aparece como a solução de um problema. Você está sofrendo por um carinha normalzinho e eis que surge aquele cara bonitão, cheio de palavras doces, super atencioso... Um tempo depois você logo vê ele com outra menina e com a desculpa de que "Mas não tínhamos compromisso!". Pior que ele tinha razão. Não firmou compromisso com ninguém - muito menos com você.
Acho que hoje sou imune a isso. Já fiquei com um cafa, mas logo percebi quem ele era e, antes de gostar dele, o dispensei. O coitado ficou sem entender (afinal geralmente era ele quem dispensava as garotas). Mais de 1 mês depois, ele ainda me perseguia querendo saber o que aconteceu.
Não se pode mandar no coraçao, por isso mesmo devemos imunizá-lo contra esses tipos que nasceram para fazer as garotas sofrerem. O bom dessa vacina é que o efeito colateral acontece no garoto: ele quem vai sofrer - ou, no mínimo, ficar intrigado.

domingo, 22 de junho de 2008

Amor da minha vida??

Sabe quando você encontra um amor e sabe que é pra vida toda? Sabe quando vocês sentem que nada pode atrapalhar e que nada, e nem ninguém, ocupará o lugar desse amor? Então, eu tinha essa certeza até ontem...





Eu JURAVA que o Verry Irresistible (Givenchy) era o perfume da minha vida, mas ontem conheci o Romance (Ralph Lauren)... E estou em dúvida!! Ao cheirar o Romance fiquei confusa... Qual deles será o verdadeiro amor de perfume em minha vida?? Será que é possível eleger dois perfumes como "os perfumes de minha vida"?? Isso só o tempo dirá... ;D

terça-feira, 17 de junho de 2008

Eu te amo e vou gritar pra todo mundo ouvir... Pra quê??

Tem gente que acha que fazer uma tatuagem com o nome de alguém é prova de amor. Geralmente, quem tem o nome tatuado, pensa "Que lindo!". Um tempo depois, lá vai o doidão procurar um jeito de remover ou esconder a "prova de amor".
Eu acredito no amor. Acredito nas provas de amor. Mas acredito que as provas de amor não são atos escandalizantes, e sim pequenos atos no dia a dia. Para mim, é muito mais romântico quando alguém faz algo de coração para o bem da pessoa amada do que gritar para todos ouvirem que a ama desesperadamente.
Pode não parecer, mas um olhar cheio de sentimento e um "eu te amo" ao pé do ouvido duram muito mais do que a tatuagem e com uma intensidade infinita. Atos que causam boas lembranças na pessoa, com certeza, são as maiores e melhores provas de amor. Tatuagens desbotam, podem ser removidas (parcialmente e por um preço altíssimo) ou cobertas, mas as lembranças... Ah, essas ninguém nos tira!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

A bela e a fera

Imaginemos a seguite situação: uma mulher linda loura e bem arrumada chega para uma entrevista de emprego. Inicialmente, causa uma boa impressão. Mas isso basta? Se ela não for inteligente, será que só a beleza dela garante alguma coisa? Não. Ela vai ser é uma bela de uma decepção e se conseguir algum cargo, ficará na cara que quem arrumou esse emprego foi sua cara. Mas e se ela for inteligente? Ótimo! Mas ela terá de se esforçar para provar que não está no trabalho apenas por seu rostinho bonito.
Outra situação: uma mulher feinha de dar dó chega para uma entrevista de emprego. Inicialmente causará uma má impressão. Se for burra, coitada! Sem chances... Se for inteligente... Vai ter que se esforçar muito para mostrar que a inteligência dela é indispensável para o cargo.
Tanto no caso da bela, quanto no caso da fera, as duas serão prejudicadas se não tiverem nenhum conteúdo e se não atingirem um saudável equilíbrio. Não vale ter a desculpa de "Beleza basta!" ou "Beleza bastaria... " para justificar a falta de garra na hora de conseguir o que quer. Quem acredita nisso, provavelmente, ainda acredita em contos de fada...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

A Revolta das Encalhadas!!

Já odiei Dia dos Namorados antes de arranjar meu primeiro namorado.
Quando ele surgiu, a revolta virou tristeza: chorei no Dia dos Namorados por ver que eu estava comemorando com que não me dava a mínima atenção.
Esse ano estou feliz, pois comemorarei com quem realmente me ama.
Entre o namorado-que-não-presta e o atual namorado-muito-mais-que-bom, passei 1 Dia dos Namorados sozinha (conheci meu atual 4 dias depois!) e me presenteei. Comemorei mais do que as que tinham namorado!
Para mim, todos os dias é dia de agradar a quem você ama, mas é legal uma data oficial para marcar isso. Se você não tem a quem agradar, agrade a si mesma!
Coisa de desesperadas por carinho e atenção? Claro que não! Melhor do que ficar revoltada por ser encalhada e dar a desculpa de que Dia dos Namorados é meramente algo capitalista.

sábado, 31 de maio de 2008

Frio frio frio friiiiiiiio!!

[imaginem o título no rítmo da 5ª Sinfonia hauhauahua]

Nesse frio tenho vontade de passar o dia todo em baixo da cobertinha quentinha lendo um livro emocionante ou vendo algum filminho tranqüilo.

Tenho vontade também de ir ao cinema com pipoca gostosinha e namorado lindinho ao lado.

Vontade de ficar em baixo da cobertinha quietinha e quentinha, com namorado gostosinho.

Vontade de cinema com pipoca emocionante e cobertinha tranqüila.

Vontade de cobertinha gostosinha com pipoca quentinha e filminho lindinho.

Enfim,

vontade de filminho quietinho,
vontade de cobertinha emocionante,
vontade de pipoca tranqüila,
vontade de namorado quentinho.

o.O

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Invejinha e Invejona

Há um ano tive que fazer um trabalho na faculdade sobre inveja. Engraçado esse tema surgir novamente em minha vida. Estou vivendo uma época em que vejo a inveja (uma "invejona") aflorar em algumas pessoas. Também vejo uma inveja inocente ("invejinha") por aí. Essa é boa e diferente da "invejona", pois é construtiva e não faz mal a ninguém.

No entanto, conheço gente que, ao ver alguém executando o trabalho melhor que o que fazem, tentam sabotar, alfinetar... Tentar de toda maneira mostrar nque são melhores - sendo que não são. Os que realmente são melhores, fazem críticas construtivas (sempre bem-vindas) e não críticas non-sense e burras, como a dos "invejões".

O alvo da "invejona", ao perceber que está sendo invejado, faz de tudo para continuar a ser o melhor. A "invejona" pode ser prejudicial pois ninguém gosta de olho gordo! Mas que serve de catapulta para o alvo... Ah, serve!

Túnel do Tempo

Confesso que gostaria de voltar no tempo e curtir ao vivo um show do Cazuza e dos Beatles. Caramba, eu nem era nascida na época e sou tão fã deles!












Agora, puxando pela memória, eu adoraria ver de volta Sailor Moon, Animaniacs e Freakazoid! Estes dois últimos talvez sejam os responsáveis pela minha mente um pouco (muito) louca!






























quinta-feira, 15 de maio de 2008

Casório?

Tem gente que tem um sonho de entrar na igreja de véu e grinalda. Uma grande festa. Muitos convidados. E eu? To fora!
Desde pequena gostaria de passar longe dessa festança toda. Igreja? Besteira. Festa? Além do estresse, você gasta um dinheirão para no fim sempre ter alguém reclamando de algum detalhe. Eu, se fosse noiva, talvez caísse em tentação de jogar o bolo na cara de algúem.

Penso em outra coisa: uma viagem! A dois! A algum lugar maaaara!!
Com certeza renderia lembranças muito melhores do que a festa estressante... E boas lambranças é o que vai me fazer olhar para trás, quando eu estiver velhinha ao lado de meu marido, e sorrir.

"Atenção: vagas destinadas a portadores de bastante melanina. Na ausência desses, o uso da vaga é livre."

Sei que esse título lembra vagamente aqueles avisos em lugares reservados a deficientes e etc etc etc... É que quando alguém reserva algum tipo de cota para algum tipo de pessoa, então é porque esse tipo de pessoa é considerado menos capacitado.
Se há cotas para negros, de uma mandeira indireta estão chamando os negros de incapacitados. Dizem que não é essa a intenção, mas acho que os governantes bem que gostam dessa sensação de fazer com que as pessoas se sintam menosprezadas. Dessa forma eles se sentem mais importantes pois as pessoas vão sentir que precisam deles.

No fim, muita gente é prejudicada e sente-se rebaixada por quê? Porque os governantes têm baixa auto-estima?

terça-feira, 29 de abril de 2008

Mamãe querida, meu coração por ti bate como dentes de alicate!

Uma relação de mãe e filha como a nossa é tão mágica que nem tenho palavras para descrevê-la.
Então, a ela, mando a mesma mensagem que sempre mando quando a quero agradar:

Mamis! I love you!

(Eu poderia dizer muito mais sobre a mulher maravilhosa que ela é. Mas resumir tudo em palavras não estaria à altura da grandeza dela.)

Time is money, honey!!

Eu já escrevi para um site de uma marca de roupas e era paga por isso (ok, na verdade não era paga em dinheiro em si - eu era paga com roupas, mas isso não vem ao caso). Eu devia escrever pelo menos 1 texto por semana e tinha campo livre para escrever o que quisesse. No começo era só alegria! Escrevia o que me vinha em mente, recebia comentários no blog da loja das roupas, e no fim do mês podia ir à loja pegar meu "pagamento".
Confesso que depois de um tempo a sensação de obrigação começou a pesar. Pensava "Aaai, meu Deus, tenho que escrever o texto... ".
Enfim. Escrevi para essa loja por quase dois anos, até que resolveram que o site deveria ter apenas informações dos produtos (achei um absurdo, pois cadê a ligação com as consumidoras? Cadê meu pagamento no fim do mês? Enfim) e então fui demitida.

Hoje sinto falta da ser recompensada (materialmente) de alguma forma por algo que, mesmo com o peso da obrigação, eu goste de fazer.
Escrever é algo extremamente íntimo. Algo extremamente terapêutico. E se novamente eu recebesse por algo que me faz bem? Que maravilha viver!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Chupa essa manga!!

Na revista Superinteressante desse mês há uma reportagem sobre a história da impotência ao longo da história, ermmmm, humana!!
Diz-se que, na Idade Média, acreditava-se que a potência sexual estava relacionada a gazes intestinais, então para dar um UP no que estava, digamos, down, os homens comiam alimentos que causassem flatulências (leia-se "pum").

Meu comentário:

Ainda bem que isso foi na Idade Média e essa história não persista até hoje!!
Imaginem o cara comer meio quilo de feijoada, estar a ponto de bala (de metralhadora, na verdade) e, ao invés de fazer uma visitinha ao banheiro para poupar o olfato alheio, ele chega dizendo "Vem cá, docinho!!"... Eca, que desastre!!


Post nojento? Eu sei. Mas não resisti!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Blá blá blá blé blí bló blú... Blão...

"Tristeza não expressa vira depressão"

Alguém para conversar comigo, por favor?
Tentei escrever sobre o assunto, expressar o que estou sentindo, mas pela primeira vez em minha vida não consegui isso.

Apenas sinto que tem um sapo do tamanho de uma vaca entalado na minha garganta. Normalmente isso acontece quando queremos dizer coisas que é melhor não serem ditas.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Tempo, tempo, tempo, tempo...

Nada melhor do que a certeza de o que passou valeu a pena. Para isso serve a saudade.
Nada melhor do que a certeza de que há um lindo futuro pela frente. Para isso servem a esperança e a confiança.

Nada melhor do que a certeza de um presente maravilhoso. Para isso, basta um sorriso.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

É muita chiqueza pra uma pessoa só!!



Ganhei um selo da Letícia Perini, do blog Sonhos Possíveis. Entrem lá!! Recomendo ;)



Agora coloquei links no menu ao lado =)

domingo, 20 de abril de 2008

Uma história (parte 6)

Depois de um certo tempo sem se verem o tanto que gostariam, chega o feriado! Finalmente poderiam ficar mais tempo juntinhos...

Quando se viam, a necessidade de ficar sempre um colado no outro era muito grande. Não importava o tempo que estavam juntos (alguns minutos, algumas horas, alguns dias...), sempre parecia que não se viam há séculos.

Não viam problema em ficar separados quando estavam com outras pessoas, mas se estavam perto... Por que não? Sempre de mãos dadas, ou abraçadinhos, ou de rostinhos colados...

E como ela enchia ele! Sempre fazendo cócegas, apertando, mordendo... E ele só dava risada, aproveitando, gostando, fazendo o mesmo...

O modo como se olham é o mesmo modo que se olhavam desde o início do namoro. Talvez até melhor. Sempre apaixonados, sempre felizes. O que ele sempre quis foi fazê-la feliz. E ela, idem. E de fato eram muito felizes juntos. Via-se no olhar. Via-se no olhar que eles se amavam muito.

A mãe dela, então, comenta:

São almas gêmeas.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Quel é a intenção?

Os desfiles não servem para vender as modelos. Servem para vender as roupas, certo? Essa é a razão (ou desculpa) para modelos tão esqueléticas.
No entanto, a realidade é bem diferente dessa teoria maluca. As roupas são mero detalhe, pois o que se vende nos desfiles é muito mais do que isso: o que está em questão é o padrão de beleza. As modelos, que deveriam ser meros cabides, acabam virando exemplos para as mulheres do mundo todo.
Se a intenção era não chamar atenção para as modelos, então eles falharam no plano.
Muitas pessoas, quando vêem um desfile, pensam "Que magra! A roupa é linda mas... Não sou magra o suficiente para usá-la!".
Se a modelo tivesse um corpo mais próximo ao real, com certeza as pessoas pensariam "Que linda! E essa roupa veste nela tão bem... Vai me vestir bem também!".

A intenção não era vender roupas? Então...

Queremos férias!!

As mulheres sempre foram fortes. Enquanto o homem ia caçar, a mulher que ficava escutando os berros dos filhotes. Enquanto o homem ia lutar, a mulher que ficava escutando o choro dos bebês. Enquanto o homem ia trabalhar, a mulher que ficava aturando os pimpolhos pedindo dinheiro para comprar sorvete. Chegou a hora dos homens pararem um pouco com a moleza e servirem de babá também! Afinal, as mulheres bem que merecem umas férias...

terça-feira, 15 de abril de 2008

sábado, 12 de abril de 2008

Uma história (parte 5)

E finalmente era dia de matar a saudade! Chegou sexta-feira e ela pega aquele trânsito digno de São Paulo na volta da faculdade, no fim da tarde. Ela estava com fome, muita fome. Já eram quase oito da noite, horário que ela sabia que ele sairia para buscá-la. E a fome aumentava...

Ela acabara de chegar em casa e, conforme o combinado, ligou para ele para avisar que já tinha chegado e então poderiam combinar o que fariam. Logo em seguida de combinar com ele, iria jantar. A fome estava absurda.

Ela, para variar, estava apressada, andando de um lado para o outro ao falar ao telefone, eufórica. E com fome.
Ele, para variar, também devia estar andando de um lado para outro como costumava fazer. No entanto, para variar, estava tranquilo, rindo. Rindo, mesmo também estando com fome!

Ela esperava ele falar com certa pressa, pois ainda deveria jantar, tomar banho, se arrumar...
Disse isso a ele, para ele se apressar, e ele propôs: E se jantassem fora?

Ótimo!

Apressou-se em se arrumar... Com a barriga roncando, a essa altura!

Logo mais, lá estava ele, esperando ela no carro.
Ao se encontrarem, o abraço e o beijo foi tão bom, mas tão bom que ela até se esqueceu da fome.
Talvez a fome parecesse muito maior do que era ao se misturar com o friozinho na barriga de ansiedade de vê-lo.

Talvez não fosse fome. Talvez fosse saudade.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Uma história (parte 4)

Então, ele estava muito ocupado com as provas. Ela entendia. Passaram a se falar menos ao telefone, que era a úinica maneira de driblar a saudade. Ela não cobrava nada - muito pelo contrário. Quando ele ligava, tentava falar o mais rápido possível, para poderem desligar logo e ele voltar a estudar. Ele insistia para se falarem um pouco mais, e doía demais para ela ter de recusar.

Ela gostava de falar. Passava o dia coletando informações de seu dia para contar a ele no final, coisa que ele parecia gostar. Chegava a hora de falar rapidamente ao telefone, e todo o tempo se esgotava apenas com ela falando. Ele, mais quieto que ela por natureza, gostava de ouvir; sempre pedia que ela falasse mais!

Desligavam o telefone e ela percebia que mal tinha ouvido a voz dele - tamanha a empolgação de falar! No fim, era como se não conversassem há tempos, desde o dia que se viram.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

TPM Chorona

Classificação: TPM que não te deixa irritada. No geral você se sente muito bem, mas qualquer alteração de ambiente desencadeia uma crise de choro ou, no mínimo, algumas lágrimas.

Sintomas: Qualquer tom diferente em uma conversa, você já acha que a pessoa está desinteressada, e fica meio chateada. Qualquer coisa que vá contra o que você esperava te dá vontade de chorar. Qualquer bronca ou conselho te FAZ chorar. Cenas bonitas ou tristes em novelas, filmes, livros, te fazem ter uma CRISE DE CHORO.

Extremo: Quando você chora até vendo Casseta & Planeta (nesse caso, favor consultar um psiquiatra - não o Dr. Marcelo do BBB!!)

Riscos: Fazer do ouvido dos outros um penico do tamanho do mundo e ser injusta com os outros ao pensar que você está sozinha no mundo.

Cuidados que as pessoas devem ter com a paciente: evitar tons desanimados nas conversas (aqueles tipo "to nem aí"), bajular MUITO e sempre tentar fazer graça para faze-la sorrir.

Cuidados que a paciente deve ter com as pessoas ao seu redor: Nada - repito - NADA que se passa por sua cabeça é real, portanto, esqueça tudo isso e lembre-se: suas amigas ainda gostam de você, seu namorado ainda é um fofo, sua família ainda te ama. Nada mudou. Quem mudou foi você - mas só por uns dias!

Aaaaahhhh, lindooooooooooo!!

Já vivi uma época que eu pagaria o que fosse para que algo realmente grandioso acontecesse entre mim e meu ídolo. Eu tinha 13 anos e era fã do vocalista do Savage Garden, Darren Hayes (hoje, um pouco sumido). Sabem qual era o meu maior sonho? Cantar com ele em um show! Claro que o maior dos maiores sonhos seria tascar um beijão nele, mas pensemos em algo mais possível: eu faria aulas e aulas de canto e quando ele viesse dar show no Brasil eu pagaria o que fosse para conseguir entrar no camarim dele. Ao entrar lá, cantaria para ele e sugeriria uma participaçãozinha no show.

Hoje em dia, não sonho com algo tão grande. Se o vocalista do Coldplay dedicasse a mim a música Green Eyes... Ah, eu já estaria realizada!

Mas... Até parece, né?

Chique, bem!

E lá ia ela, toda espalhafatosa, com o seu salto 15, duas correntes enormes penduradas no pescoço, a blusa florida e a mini saia. A explicação? "A nova tendência para o verão é salto alto, acessórios de prata, flores e saia." Tudo isso para ir onde? Uma balada, vocês imaginam. Mas não. Tudo isso para ir à faculdade, lugar onde jeans, camiseta e tênis é quase um uniforme.
Legal querer se destacar, seguir tendências, mas é preciso ter noção de onde usar cada peça. Ser chique é estar bem em cada ocasião, e não concorrer ao Troféu Carmem Miranda Desvairada.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Histórias de ônibus

Quem pega ônibus, sabe. Sempre há uma história para contar.
Outro dia eu estava sentada em um assento não reservado. Uma mulher em pé ao meu lado que, me desculpem, eu não sabia se era gorda ou grávida, estava me encarando. Comentou ao lado com um senhor "Tem gente que não se toca!" e voltava a olhar pra mim. Me encheu TANTO o olhar dela que levantei e a maldita o que fez? Não sentou!
Pouco depois, no lugar que vaguei, sentou-se outra garota e a mulher pareceu nem ligar. Mas o fato de eu levantar, pelo menos, fez com que ela parasse de me encarar. Fiquei em pé uns 5 minutos até que, no fundo do ônibus, vagou um lugar. Esperei e ninguém sentou, nem a mulher gorda/grávida. Fui lá e sentei. E o que aconteceu? A gorda/grávida voltou a me olhar feio!

Me digam? O que fiz a essa pessoa? To começando a achar que o problema é pessoal!!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Novela dos Mutantes (Caminhos do Coração)

Pode ser preconceito, pois nunca assisti essa novela, mas sinceramente me recuso a assistir uma novela em cuja chamada ouço uma mulher falar "Estou com medo de nosso filho ser um jacaré!!"

¬¬

Aaah, que saudade de novelas do Manoel Carlos e das de época do Walcyr Carrasco...

Por hora, volto a me divertir com o Toma Lá Dá Cá =)

domingo, 30 de março de 2008

Uma história (parte 3)

Após uma discussão, ela sempre se sentia culpada. Nem sempre pelo assunto da discussão em si, mas pelo tempo perdido. Eles tinham tanto a fazer juntos, tanto a conversar...

Pouco depois que desligaram, o telefone toca novamente.

A compreensão da parte dele sempre fora admirável... E o que ela mais queria no momento era poder abraçá-lo.

Poucos dias depois, no final de semana, o beijo de "oi" foi mais que um beijo de "oi". Intimamente, ela dava nele um beijo de "desculpas", um beijo de "eu te amo", um beijo de "nunca mais quero brigar".

O sorriso do rapaz em sua frente, então, não pareceu ser apenas um sorriso de "oi". pareceu um sorriso de "estava com saudades". Um sorriso de "eu te amo".

quarta-feira, 26 de março de 2008

Uma história (parte 2)

A discussão não parecia ter fim. Não era uma discussão calorosa, baixa. Era civilizada, cada um expondo seus motivos. Um até parecia entender os motivos do outro, mas nenhum dos dois se dava conta disso. E pior: era uma discussão por um motivo besta demais.

Sem perceberem, ficaram uma hora inteira empacados nesse assunto, quando poderiam, na verdade, estar conversando coisas até banais, porém mais leves. Coisas que não desgastassem, coisas que não irritassem.

Desligaram o telefone mau humorados e sem aquela sensação leve que sempre carregavam após uma conversa ao telefone.

terça-feira, 11 de março de 2008

Uma história (parte 1)

A garota abriu os olhos durante a noite após aquele sonho tão bom. O beijo de quem ela mais amava. Olhou para seu lado na cama e viu seu urso de pelúcia. Sempre teve um enorme carinho por ele, mas vê-lo ali, ao seu lado, no lugar de seu namorado, fez com que ela se sentisse no meio de um vácuo muito esquisito. Abraçou o ursinho esperando sentir o calor do garoto de seus sonhos mas sentiu apenas o calorzinho da pelúcia.

Pegou o celular para mandar uma mensagem mas deparou-se com o horário:

3:03 da manhã

Chegou a digitar a mensagem, mas parou e a apagou antes de enviar, como muitas vezes fazia. Realmente era muito tarde (ou muito cedo) para acordar seu namorado que, sabia ela, estava já esgotado por causa da semana cansativa.
Olhou para a própria mão e deparou-se com a aliança. Tascou-lhe uma beijoca e voltou a dormir sossegada.

Eu quero é homem!

Calma, não é um pedido desesperado, tendo em vista que tenho um namorado muito bom, obrigada. Essa é apenas minha resposta, enfática, à pergunta “você ficaria com um garoto homossexual?”. Não é questão de preconceito, apenas uma questão de gosto.

Um homossexual tem corpo de homem, rosto de homem, genes de homem... Mas a cabeça de uma mulher.

Não gosto de homens apenas pelos seus corpos, pela voz mais grossa que a nossa e por carregar o XY em seu DNA, mas gosto de seus pensamentos, suas manias. Ou seja, coisas de homem que os fazem ser... Homens! Essas diferenças podem irritar, mas ao mesmo tempo me encantam. Diferenças que, com os contatos que já tive com gays, percebi que quase não existem nesses garotos que são maravilhosos para... Serem meus amigos!

quarta-feira, 5 de março de 2008

A maçã

Tinha gente que tentava virar Paquita. Tinha gente que ia a shows de calouros. Tinha gente que, pelo caminho contrário, era louco pra ganhar o Troféu Abacaxi.
Hoje tem gente que sonha em ser dançarina na TV, entrar no BBB ou até casar com um jogador de futebol. Mas isso por amor à dança? Amor ao convívio forçado? Amor ao futebol? Não. Tem gente que ama a fama. Ama sem nem conhecer.
Sabe quando você mal conhece o garoto e já diz que ama ele, que ele é o amor de sua vida? Essa é a relação das pessoas com a fama. Dizem que a fama é o “amor da vida” delas! Se conseguem conhecer o príncipe dos sonhos ou atingir a fama, puro encantamento no início! Pouco depois... O menino dá perdido, mente... Ou seja, fama começa a encher! A pessoa espanca fotógrafos, xinga repórteres... O príncipe vira sapo. A fama, de maçã suculenta, vira maçã envenenada.
Talvez seja comum no imaginário popular que a vida é um conto de fadas... Pode até ser, mas é um conto de fadas bem sinistro!

Igualdade: “o tesouro perdido” ou “chuta que é macumba”?

O ser humano é um tipo folgado. Folgado, mas esperto. Não mede esforços para correr atrás de lucros, luta com todas as forças para conseguir ter algo a mais que os outros. Ainda assim, é folgado. Explico:
Já foi visto em outros tempos de tentativa de socialismo que a base igualitária não funciona. Um homem, sabendo que, independente de quanto trabalhasse, ganharia o mesmo que o seu amigo que trabalhava muito (ou pouco), o que fazia? Relaxava. O dele estava garantido! Pouco, mas estava. Então alguns, que não se deram conta disso, suavam a camisa enquanto outros espertalhões produziam a metade do que eles produziam ganhando a mesma merreca.
Pergunto: É justo isso? Seria justo um mundo igual para todos se todos fossem iguais. É claro que o homem é diferente um do outro, mesmo dentro de uma massa. E nada move melhor esse mundo do que a produção e recompensa. É quase como uma caçada ao tesouro.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Amor é cristão, sexo é pagão.


Gostaria de dizer que meninos fazem sexo sem amor e meninas fazem sexo com amor. Balela. Cada caso é um caso.

Há meninas que morrem de vontade de encarar algo mais casual mas pensam "Ó céus, o que o menino, a escola, minha mãe, minha avó, a professora de química, meu cachorro e o vizinho irão pensar de mim?" e então dão a desculpa "Ah não, mas eu não te amo...".
Às vezes, usam a desculpa do "Mas você nem é meu namorado... " simplesmente para prender o rolo. Uma idiotice, pois sexo e barriga nunca prenderam homem algum!

Talvez deixar de fazer algo que você tem vontade por puro medo do que vão pensar de você, ou fazer somente para tentar controlar o garoto é tão imbecil quanto o garoto fazer e sumir no dia seguinte.
Envolve sentimento e você quer? ÓTIMO! Se joga! Não envolve sentimento mas você quer? Idem! Não quer? Não faça. Simples assim. E respeitar a opinião dos outros é fundamental.

Bom, eu ainda sou do time das que acreditam que “uma coisa não caminha sem a outra” e que “um, sem o outro, não rola”. E não é balela.

Online


Sempre fui dada a amizades virtuais. Claro que sempre amei minhas amizades da vida real, mas tinha coisas que eu só contava para as virtuais – talvez por não ver o rosto delas, não saber a expressão em seu rosto de desaprovação, caso não gostasse do que eu falasse... Ok, poderia ser um motivo covarde, mas as coisas mudaram de um tempo para cá. Cultivo amizades tanto reais, quanto virtuais, pelo mesmo motivo: eu gosto delas e ponto! Algumas virtuais nunca pude encontrar de fato pois moram em outra cidade, outro estado... Mas às vezes tenho mais contato com elas do que uma amiga que tenho aqui em São Paulo!
Se a amizade virtual é sincera? Bom, se ela me arranca um sorriso, me diverte e conforta, por mim, é sincera. E muito!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Novo selo da Capricho, banner alterado.

O que acharam?

Aceito sugestões ^^

domingo, 27 de janeiro de 2008

A saudade é muito folgada.

Sabe aquela amiga que você convida um dia para ir na sua casa e ela passa a ir todos os dias sem ser convidada? Então você oferece um refri e ela passa a abrir sempre a sua geladeira? E você empresta um elástico de cabelo e ela já quer pedir seu vestido favorito? Então, a saudade é assim. Folgada.

Você fica 1 mês sem ver o namorado, e quando vê, a saudade quer toda semana. Passa a vê-lo toda semana, e quando percebe, a saudade quer todos os dias. Se vê ele todos os dias, a saudade quer que seja o dia todo. Se é o dia todo, ela quer pra sempre. Folgada!

Assim como não dá para viver sem a amiga folgada, justamente por ela ser sua amiga, não dá pra viver sem a saudade. Sem ela, o encontro com o namorado não teria tanta graça.

Mas que seria bom cortar as asinhas dela... Ah, seria!

Noites dos Mascarados

Já me disseram que carnaval meche com os sentidos. Traduzindo: o risco de você se encantar pelo Rei Momo é gigante. O risco de você se apaixonar por um pateta maior ainda. Sem contar que aqueles palhacinhos parecem ser umas gracinhas! Os sapinhos, então, nem se fale!
Bom, já no dia a dia é impossível encontrar um príncipe encantado. No carnaval não, afinal todos estão vestindo uma máscara que impede que os outros os vejam como são. Todos são divertidos, todos são animados, todos querem curtir. Como imaginar que aquele carinha que se fez de desencanado por cinco dias seja, na verdade, um grudento ciumento? E como imaginar que aquele ser todo apaixonadinho seja um galinhão?
Claro, finais felizes acontecem, mas são raros. Ainda mais em uma festa tão... Mascarada!

“Mas é carnaval, não me diga mais quem é vocêAmanhã tudo volta ao normalDeixa a festa acabar, deixa o barco correr, deixa o dia raiarQue hoje eu sou da maneira que você me querO que você pedir eu lhe douSeja você quem for, seja o que Deus quiser” (Noite dos Mascarados – Chico Buarque)

Compre um cachorro!

Quem disse que dinheiro não compra felicidade não pensou direito no que disse. Convenhamos: é muito melhor ter um ataque de deprê em um cruzeiro do que na lotação, certo? Claro que há pessoas milionárias e infelizes, afinal o amor, sim, nos traz felicidade.
No entanto, se o dinheiro não compra a felicidade, ele pode ao menos amenizar um pouco a tristeza. Sabe aquele pé-na-bunda de doer? Então, experimente comprar um vestidinho, um vidro de Nutela, um batom... Claro, dependendo do (ex)namorado, ele não será facilmente substituído por um cosmético, mas o que importa é o carinho que você dará a você mesma se dando um presentinho.
Se nada te animar, lembre-se: dinheiro não compra a felicidade em si, mas pode comprar um cachorro! E esse sim, com certeza, te trará muita felicidade!

UPDATE de Setembro de 2012:
Depois de uns anos, repensei melhor e voltei para dizer o seguinte: nem para isso o dinheiro é necessário. É muito mais correto e humano adotar um cachorro do que comprar. Pensem nisso :)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Arrependimento?

Já me arrependi de ter falado sendo que o melhor era ficar quieta. Já me arrependi de ter ficado quieta quando era preciso falar. Já me arrependi de ter julgado antes de conhecer. Já me arrependi de conhecer e não ter passado reto. Já me arrependi de tanta coisa mas, de uma, NUNCA: de ter pedido desculpas quando me arrependi.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

BBBurrice?

Tem gente que faz de tudo para aparecer: fala mais alto que as outras pessoas, coloca roupas esquisitíssimas, sai saltitando em plena Avenida Paulista, vira mocinha de biquini de A Praça é Nossa, sai correndo pelada para abraçar o Bial... Até aí, tudo bem, o prejuízo passa a ser apenas moral. No entanto, tem quem faça coisa pior: gasta 2 mil reais que tem na poupança, faz a mãe pedir empréstimo de 10 mil no banco, perde o namorado, larga a faculdade, e tudo isso apenas para entrar no BBB!

Você pode pensar "Ah, quem seria insano a esse ponto?". Eu respondo:


Essa moça aí, Joilma Kalliandra Ribeiro de Alencar, 22 anos, piauiense, foi sim, insana a esse ponto.
E o que é pior: ELA NÃO ENTROU PARA O BBB!!
*sai rolando de rir*
Bom, voltando ao assunto...
Será que aqueles poucos dias de confinamento valeriam a pena tudo que ela jogou fora? E se for realmente um sonho dela participar do reallity show? (Essas pessoas que "sonham alto"...)
Bom, será que uma pessoa que faz todas essas loucuras só por isso seria uma boa atração para o programa? Será que ela seria eliminada logo na primeira semana? (Já pensou? Hehe)
Não temos como saber, mas quem sabe saberemos ano que vem: sim, meus amigos, ela vai tentar de novo ano que vem!
Se não der certo novamente... Bem, já que ela investiu tanto na aparência (e provou não cuidar do que tem dentro da cabeça) quem sabe ela não se dê bem... Sei lá, correndo pelada pro Bial ou rebolando de biquini em A Praça é Nossa?

domingo, 13 de janeiro de 2008

Alguém ideal

O homem ideal está longe de ser um príncipe. Não é aquele que se ajoelha no primeiro encontro, não é aquele que chega com flores todos os dias. Não é aquele que diz que morreria por você. Não é aquele que grita para todos ouvirem o quanto ele te ama. O homem ideal não é aquele que te pede em casamento logo no início do relacionamento. Não é aquele que estará ao seu lado em todos os momentos difíceis.

O homem ideal é apenas isto: um homem. Um homem que, no primeiro encontro, não se ajoelha, mas apenas faz questão de mostrar o quanto aquilo foi especial. Não chega com flores todos os dias, mas sim com um sorriso sincero.

O homem ideal não morreria por você, mas com certeza faria de tudo para te ver sempre feliz. Não grita declarações: apenas sussura um "Eu te amo". O homem ideal não te pede em casamento, afinal ele já te mostra todos os dias o quanto é essencial a ele passar o resto de seus dias a seu lado.

Contente-se: ele nem sempre estará ao seu lado em todos os momentos difíceis, afinal ele tem seus afazeres. No entanto, você sabe que por qualquer besteira você pode ligar a ele para ouvir uma palavra de consolo e outra de incentivo.

O homem ideal não é aquele que te dá forças: é aquele que te lembra o quanto você é forte. É aquele que segura firmemente em suas mãos e, sem palavras, te mostra o quanto ele se orgulha de você.

O homem ideal nem sempre terá certeza do que quer. Ele também tem suas fraquezas, suas dúvidas, seus defeitos. Afinal ele nada mais é do que isto: um homem.



(Te amo, meu amor. Obrigada por ser quem você é.)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Sabe o que eu queria?

Ganhar a vida com fantoches. É. Aquilo que você provavelmente só tinha interesse quando era criança. Já eu, continuei adoraaando esses bichos esquisitos - e colecionando.

Mas não tenho criatividade para fazê-los falar. Invento vozes mas e o conteúdo? Cadê?
Quem consegue realmente dar vida a eles é minha irmã.

Hum... Acho que vou virar empresária dela... Hehe!!

Também amo ventrílocos!!
Ultimamente to viciada nos vídeos do Jeff Dunham no youtube ^^





O boneco dele que mais gosto chama-se Peanut... Hauhauahuha É muito engraçado ele tentando pronunciar Santa Ana ("Sa... na... ta... ana... hell!!"), dizendo como se pronuncia o nome do site do jeff Dunham ("Jef-fa-fa... DunRRAAAAMMMMM... dot com... ").
Há quem diga que a técnica de Jeff Dunham era muito melhor antes, mas que agora os shows deles estão muito mais engraçados.
Poxa, eu não vejo os lábios dele mecherem NUNCA!! Hueheuhehe Para mim a técnica tá ótima ainda, e se piorou um pouquinho que seja, foi para melhorar o desempenho das vozes dos bonecos.



Enfim, assistam!!





Vida nova, blog novo!

Eu tinha um blog antes. Postava nele há quase dois anos mas então eis que surge aquele ser abominável na face da Terra... Aquela criatura que todas as meninas gostariam de exterminar do Universo ou, no mínimo, dar um chute no saco: O EX NAMORADO.

Sim, por culpa dessa criatura eu perdi meu blog. Uma vingança injusta, é verdade. Baixa. Mas... I don't give a damn... Criei esse novo blog, com o layout mais ruinzinho, sim, mas que terá muito mais conteúdo do que o antigo!

Para quem quiser conferir meus outros textos (ou a ameaça ridícula que o Insignificante deixou no meu blog), acessem: http://www.speculum.blogger.com.br/

Bjos!
 
BlogBlogs.Com.Br